A HUMAI, sigla inglesa para “Ressurreição Humana Através de Inteligência Artificial”, é uma startup que tem uma visão bem otimista sobre viver e morrer. Segundo seus cientistas, através da inteligência artificial e nanotecnologia para armazenar padrões de comportamentos, estilo de voz, formação de pensamentos e informações diversas sobre o organismo, de dentro para fora, seria possível criar uma réplica artificial do corpo humano que funcionaria de forma muito idêntica ao falecido.
Para realizar algo tão fora do comum, durante a vida, a empresa coletaria o máximo de informações possíveis sobre a pessoa e, após sua morte, seu cérebro seria congelado até que a tecnologia estivesse completamente desenvolvida. Nesse momento, ele seria descongelado e implantado no corpo artificial, cujas funções seriam controladas por meio de ondas emitidas pelo órgão.
Mas e o cérebro, não pereceria até este tempo futuro incerto? Provavelmente haveria algum desgaste, mas a HUMAI se utilizaria da nanotecnologia para reparar as células e melhorá-las. A clonagem também teria papel fundamental neste aspecto.
E por que lutar contra a morte? Para os cientistas da HUMAI, não se trata de uma luta, mas, como já dito, torná-la opcional, uma vez que o nossos corpos são máquinas excepcionais, mas possuem limitações. O projeto HUMAI entraria para estender a experiência humana, uma vez que os corpos artificiais teriam mais funções.
Se o ambicioso e audacioso projeto dará frutos, só o tempo nos dirá; e talvez muitos de nós sequer estarão vivos para ver de perto. Mas, para aqueles que torcem pelo seu sucesso, uma coisa posso adiantar: melhor trabalhar muito se você quiser pagar por esta vida e pela próxima.
Fonte: PopSci, HUMAI

